Arquivo da categoria: CEDEAO

Agitação na Líbia causou instabilidade na África Ocidental, diz presidente de Uganda.

Via: Anadolu Agency

O presidente de Uganda condenou na quarta-feira o golpe em Burkina Faso, dizendo que os recentes golpes na África Ocidental foram desencadeados por distúrbios na Líbia após a queda do governo de Muammar Gaddafi.

Dirigindo-se à nação para marcar o 36º Dia de Libertação do país em Kololo, na capital Kampala, Yoweri Museveni disse: “Os problemas da África Ocidental começaram com o ataque à Líbia. Depois que o governo de lá entrou em colapso, grupos terroristas na Líbia se espalharam para Mali, Níger, Burkina Faso e outros países.”

Culpando o caos da Líbia pela insegurança na África, ele disse que tais golpes não poderiam ter ocorrido se houvesse unidade entre os líderes da África”.

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CEDEAO impõe sanções individuais aos governos da Guiné e do Mali

Via: Africanews

A organização regional da África Ocidental, CEDEAO, endureceu no domingo (07/11) sua postura contra o Mali e a Guiné governados por militares, impondo novas sanções individuais e conclamando ambos os países a honrar os calendários para um retorno à democracia. A Comunidade Econômica dos Estados da África Ocidental “decidiu sancionar todos os implicados no atraso” na organização das eleições marcadas para 27 de fevereiro no Mali, disse o presidente da Comissão da CEDEAO, Jean-Claude Kassi Brou à AFP após uma cúpula do grupo de 15 nações no Acra, capital de Gana. Ele disse que o Mali havia “escrito oficialmente” ao presidente de Gana, Nana Akufo-Addo, que detém a presidência rotativa da CEDEAO, para informá-lo de que o país do Sahel não poderia realizar as eleições conforme planejado.

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UA e ONU criticam governo de Keita por resposta agressiva aos protestos no Mali

Via: CGTN Africa

A União Africana e as Nações Unidas condenaram o uso excessivo da força, utilizado pelo governo do Mali, durante os protestos das últimas semanas, que pedem a renúncia do presidente Ibrahim Boubacar Keita e a libertação de líderes da oposição detidos. Em um comunicado conjunto na noite de domingo (12/07), a missão da ONU no Mali, a União Africana, o bloco regional da África Ocidental, a CEDEAO e a União Européia criticaram o vandalismo dos manifestantes, mas reservaram suas críticas mais severas às autoridades. Potências internacionais e regionais temem que a turbulência política no Mali possa prejudicar suas campanhas militares contra insurgentes islâmicos na região do Sahel na África Ocidental. As Nações Unidas têm mais de 13.000 soldados de manutenção da paz no Mali.

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