Seu sistema imune é a razão pela qual sua tatuagem é fixada

Redigido por Alessandra Pastor, Mariana Linck e Nícolas Heller, graduandos em Biotecnologia, UFRGS. Revisado por Dra. Adriana Simon Coitinho, Professora Associada do Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia da UFRGS. As tatuagens têm sido usadas desde culturas antigas, com a evidência mais antiga datando cerca de 5.300 anos atrás, em rituais religiosos ou celebrações dependendo da cultura. Elas envolvem a introdução de pigmentos na pele através de diversas perfurações Continue a ler.

Nem toda ferida cicatriza facilmente

Redigido por Antonia Dewes, Felipe Acker e Paulo Furtado, graduandos em Biotecnologia, UFRGS. Revisado por Dra. Adriana Simon Coitinho, Professora Associada do Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia da UFRGS. Normalmente quando uma pessoa se machuca, o local ferido passa por uma série de eventos moleculares que resulta na organização da integridade estrutural. No entanto, algumas vezes, o corpo falha em regenerar o ferimento apresentando inflamação contínua, infecções Continue a ler.

Doença hemolítica do recém-nascido

Redigido por Giovana Parcianello, Maurício Mansur e Milena Dias, graduandos em Biotecnologia, UFRGS. Revisado por Dra. Adriana Simon Coitinho, Professora Associada do Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia da UFRGS. A doença hemolítica do recém-nascido (HDN) é uma condição na qual uma mulher grávida produz anticorpos contra os glóbulos vermelhos do bebê que está gerando devido a uma incompatibilidade entre o sangue materno e o fetal com base nos sistemas de antígenos Continue a ler.

CAR-T: o Transformer do sistema imunológico

Redigido por Bruna Lise Tusset, Luiz Gabriel Ferreira da Silva e Vinícius Schuster da Silva, graduandos em Biotecnologia, UFRGS. Revisado por Dra. Adriana Simon Coitinho, Professora Associada do Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia da UFRGS. O tratamento do câncer e de doenças autoimunes sempre foi um desafio para a ciência, seja pela dificuldade de eliminar todas as células cancerígenas ou por causa das variedades de mecanismos que o organismo utiliza para reconhecer Continue a ler.

Hanseníase:  um problema de saúde pública no Brasil

Paulo Cezar de Moraes - Mestre em Ciências Médicas UFRGS A hanseníase é uma doença infectocontagiosa, sistêmica, causada pela bactéria Mycobacterium leprae, afetando pele e nervos periféricos. Se houver progressão da doença, poderá afetar outros órgãos como: olhos, gânglios linfáticos, fígado, rins, glândulas suprarrenais e testículos. A hanseníase possui uma história milenar, sendo conhecida, em muitos países, como lepra. No Brasil, desde 1975, houve a alteração do Continue a ler.

Impacto da COVID-19 nas doenças tropicais negligenciadas

Um artigo publicado agora em 2024 na revista Infectious Diseases of Poverty apresenta uma revisão bibliográfica focada no impacto da COVID-19 nas Doenças Tropicais Negligenciadas (DTN). Transcrevemos abaixo alguns trechos desse artigo. Os programas de DTN são financiados por organizações governamentais e não governamentais (ONGs). Esses grupos trabalham juntos para financiar programas de intervenção para interromper a transmissão das doenças, bem como financiar pesquisas básicas e Continue a ler.

Doenças tropicais negligenciadas no Brasil: ausência de correlação entre carga de doenças, financiamento de pesquisa e produção científica.

Um artigo publicado em 2020 por pesquisadores da FIOCRUZ avaliou a correlação entre a carga de sete doenças tropicais negligenciadas (DTNs) prioritárias incluídas na Agenda Nacional de Prioridades de Pesquisa em Saúde do Brasil – tuberculose, doença de Chagas, hanseníase, malária, leishmaniose, dengue e esquistossomose – e seus respectivos financiamentos e resultados de pesquisa. Há consenso de que as DTNs são, ao mesmo tempo, consequência e causa do subdesenvolvimento econômico Continue a ler.

Será que estamos atingindo as metas para as Doenças Tropicais Negligenciadas que a OMS propôs para 2030?

Segundo a Organização Mundial da Saúde, doenças tropicais negligenciadas (DTNs) são doenças antigas da pobreza que impõem um fardo humano, social e econômico devastador a mais de 1 bilhão de pessoas em todo o mundo, predominantemente, em áreas tropicais e subtropicais entre as populações mais vulneráveis ​​e marginalizadas. Em 2020, a OMS lançou um novo roteiro sobre as DTNs, contendo metas a serem atingidas até 2030. Esse roteiro aponta ações a serem tomadas em diferentes Continue a ler.

Microbiologando sobre a influência das alterações climáticas no mundo micro

Patricia Valente, Tiago Veit e Carlos Eugênio Silva Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia da UFRGS Artigo originalmente publicado na revista A Ciência como ela é (ICBS/UFRGS). Mais oportuno, impossível. No momento em que estamos vivenciando os efeitos da maior enchente do Rio Grande do Sul em todos os tempos, fruto das alterações climáticas, se não causadas, com certeza agravadas pelas (in)ações humanas, o Microbiologando trouxe à tona a questão simplesmente Continue a ler.