Impacto da COVID-19 nas doenças tropicais negligenciadas

Um artigo publicado agora em 2024 na revista Infectious Diseases of Poverty apresenta uma revisão bibliográfica focada no impacto da COVID-19 nas Doenças Tropicais Negligenciadas (DTN). Transcrevemos abaixo alguns trechos desse artigo. Os programas de DTN são financiados por organizações governamentais e não governamentais (ONGs). Esses grupos trabalham juntos para financiar programas de intervenção para interromper a transmissão das doenças, bem como financiar pesquisas básicas e Continue a ler.

Doenças tropicais negligenciadas no Brasil: ausência de correlação entre carga de doenças, financiamento de pesquisa e produção científica.

Um artigo publicado em 2020 por pesquisadores da FIOCRUZ avaliou a correlação entre a carga de sete doenças tropicais negligenciadas (DTNs) prioritárias incluídas na Agenda Nacional de Prioridades de Pesquisa em Saúde do Brasil – tuberculose, doença de Chagas, hanseníase, malária, leishmaniose, dengue e esquistossomose – e seus respectivos financiamentos e resultados de pesquisa. Há consenso de que as DTNs são, ao mesmo tempo, consequência e causa do subdesenvolvimento econômico Continue a ler.

Será que estamos atingindo as metas para as Doenças Tropicais Negligenciadas que a OMS propôs para 2030?

Segundo a Organização Mundial da Saúde, doenças tropicais negligenciadas (DTNs) são doenças antigas da pobreza que impõem um fardo humano, social e econômico devastador a mais de 1 bilhão de pessoas em todo o mundo, predominantemente, em áreas tropicais e subtropicais entre as populações mais vulneráveis ​​e marginalizadas. Em 2020, a OMS lançou um novo roteiro sobre as DTNs, contendo metas a serem atingidas até 2030. Esse roteiro aponta ações a serem tomadas em diferentes Continue a ler.

Microbiologando sobre a influência das alterações climáticas no mundo micro

Patricia Valente, Tiago Veit e Carlos Eugênio Silva Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia da UFRGS Artigo originalmente publicado na revista A Ciência como ela é (ICBS/UFRGS). Mais oportuno, impossível. No momento em que estamos vivenciando os efeitos da maior enchente do Rio Grande do Sul em todos os tempos, fruto das alterações climáticas, se não causadas, com certeza agravadas pelas (in)ações humanas, o Microbiologando trouxe à tona a questão simplesmente Continue a ler.

Crise climática: parece bom para os vetores

Por Dr. Carlos Eugênio Silva, Professor Associado do Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia da UFRGS As mudanças climáticas têm produzido projeções preocupantes em relação à integridade do ambiente natural, a produção de alimentos e a saúde do homem.O impacto na disseminação de doenças para o homem fica claro, quando 17% das mortes por doenças infecciosas no mundo são causadas por vetores (Rinker_etal_2016).Entre estes, os mosquitos são os animais mais envolvidos Continue a ler.

Mudanças climáticas e patógenos emergentes: problema atual, não apenas uma ameaça futura

Dr. Joel Henrique Ellwanger Biólogo e Doutor em Ciências (Genética e Biologia Molecular) Atividades humanas que emitem gases de efeito estufa na atmosfera causam importantes modificações nos regimes de chuva, nas temperaturas e intensificam a ocorrência de eventos climáticos extremos. Esse fenômeno é conhecido popularmente como “mudanças climáticas”. Uma das principais causas das mudanças climáticas no Brasil é a liberação de CO2 na atmosfera decorrente do desmatamento Continue a ler.

Um verdadeiro perfumista de aromas humanos

Redigido Bibiana Walcher, graduanda em Medicina, UFRGS Revisado por Dr. Carlos Eugênio Silva, Professor Associado do Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia da UFRGS O mosquito africano Anopheles gambiae desempenha um papel crucial como vetor da malária, uma das doenças infecciosas mais impactantes do mundo. A infecção se dá pela transmissão de diferentes espécies Plasmodium spp. para os seres humanos através da picada do mosquito. Uma característica distintiva Continue a ler.

Carrapato dá em boi … em abelha também!!!

Alice Borges Ferreira, ZootecnistaMestre em AgronegóciosDoutoranda pelo PPG Zootecnia da UFRGS A apicultura é uma atividade que gera renda para os apicultores, atingindo grande importância econômica para o agronegócio brasileiro e para o meio ambiente, por ser considerada uma atividade sustentável. Em 2020, a produção de mel brasileira atingiu 51,5 mil toneladas (IBGE, 2022). Recentemente, a atenção tem se voltado para as abelhas devido à redução da população de polinizadores, Continue a ler.

A abordagem de Uma Só Saúde (One Health) e os últimos eventos climáticos

Autores: Denise Leal dos Santos (Pós- doutoranda do Projeto Piloto da CAPES no Programa de Pós graduação do Mestrado Profissional em Pesquisa Clínica do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA) e José Roberto Goldim (Professor do Programa de Pós graduação do Mestrado Profissional em Pesquisa Clínica do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA) e coordenador do Laboratório de Pesquisa em Bioética e ética na ciência (LAPEBEC) do HCPA Ciclones, incêndios, enchentes, calor extremo Continue a ler.

Mais um problema emergente na avicultura

Prof. Dr. Guilherme Liberato da Silva – Programa de Pós-Graduação em Ciências Médicas - PPGCM da Universidade do Vale do Taquari – Univates.Prof. Dr. Liana Johann – Programa de Pós-Graduação em Sistemas Ambientais Sustentáveis (PPGSAS) e Biotecnologia (PPGBiotec) da Universidade do Vale do Taquari – Univates.Com o desenvolvimento do mercado avícola, a busca por melhorias para ampliar a produção desse setor aumentou consideravelmente nos últimos anos, o que garantiu ao Brasil Continue a ler.