Será que as vacinas contra a COVID-19 ajudam no caso de pessoas que já tiveram a doença?

Leiam o extrato da reportagem da Science News que preparamos para vocês. A reportagem original pode ser lida aqui. Algumas pessoas que foram infectadas com o coronavírus questionaram se realmente precisam de vacinas.  Ainda não está claro quanto tempo dura a imunidade após uma infecção. Estudos mostraram que os anticorpos permanecem no sangue por, pelo menos, oito meses após ficarem doentes, mas alguns pacientes recuperados foram reinfectados. Uma dose de vacina pode ser suficiente Continue a ler.

Estudo explica como a imunidade induzida pelas vacinas contra COVID-19 pode ajudar a reduzir a transmissão do SARS-CoV-2

Natália Morél Cerva – Acadêmica de Enfermagem/UFRGS  Prof. Tiago Degani Veit – Professor DEMIP/UFRGS Diversas pesquisas baseadas em ensaios clínicos randomizados já mostraram a capacidade que as vacinas contra COVID-19 possuem em reduzir drasticamente a doença sintomática. Em contrapartida, dados a respeito dos efeitos que essas vacinas possuem em limitar a transmissão de SARS-CoV-2 entre indivíduos ainda são escassos. Há Continue a ler.

Vacina é uma coisa e vacinar é outra

Prof. Carlos E. Silva – DEMIP/UFRGS

As vacinas só desempenham o papel de imunizantes efetivos e seguros, quando a vacinação é realizada de forma adequada.
As vacinas utilizadas até agora são aplicadas pela via intramuscular. Esta vacinação envolve um procedimento simples, com muitas referências mostrando o modo adequado de aplicar medicamentos e vacinas no músculo (https://pebmed.com.br/tecnica-de-aplicacao-da-vacina-contra-covid-19/).
Por outro lado, a aplicação da vacina de modo Continue a ler.

Imunidade natural e vacinal na COVID 19: a dura corrida da “Rainha Vermelha”

Por Carlos Eugênio Silva - Professor do ICBS-UFRGS Em biologia, a interação entre duas espécies gera um conjunto de adaptações que são dinâmicas e envolvem aquilo que chamamos de "corrida evolutiva". Por exemplo, se um hospediro desenvolve um tipo de defesa novo, é muito vantajoso ao parasito desenvolver algum tipo de contra-ataque e vice-versa, caso contrário,  haverá uma vantagem crescente de um sobre, uma vez que linhagens mais bem-sucedidas simplesmente persistem, enquanto as outras Continue a ler.

Pandemia viral e mais parasitos

Por Carlos Eugênio Silva - Professor do ICBS-UFRGS

É inegável o impacto sanitario e as diferentes repercusões que a pandemia viral de SARS Cov 2 tem provocado. Também é notória a importância do que a vacinação pode fazer para controlar as piores manifestações da COVID 19, mesmo considerando a utilização de imunizantes menos eficazes.
Infelizmente, este problema mundial não é mitigado de modo uniforme, o que favorece o aparecimento de cepas novas. Esse contraste pode ser observado Continue a ler.

Pesquisadores ingleses acompanharam semanalmente trabalhadores de um hospital em Londres e avaliaram a resposta imune à COVID-19.

Bruno Lopes Breda Professor Carlos Eugênio Silva Sabemos que a imunidade contra doenças infecciosas acontece por diversas vias: os anticorpos, que ganharam especial destaque na mídia desde o início da pandemia, a imunidade celular, que acontece pelas células que atuam como “vigilantes” no sangue, e, também, por citocinas, que auxiliam na comunicação entre as células do nosso corpo. A fim de saber um pouco mais sobre a correlação entre imunidade celular e anticorpos na COVID-19, Continue a ler.

O verme dos ovos de ouro

Dr. Carlos Eugênio Silva - DEMIP - UFRGS

As infecções virais causaram mais de 3 milhões de mortes em todo o mundo em 2017, e, provavelmente, aumentarão em mais de 1 milhão a mortalidade geral em 2020, devido à pandemia COVID-19. Surtos virais globais, incluindo COVID-19, HIV e Influenza ilustram a necessidade crítica de entender como e por que um mesmo vírus pode causar doença leve em alguns hospedeiros, mas desencadear doenças graves e morte em outros.
As infecções por helmintos (vermes) Continue a ler.

“Porque eu estou escrevendo essa postagem?” Déficits cognitivos na pandemia

À medida que a pandemia de Covid-19 avança, as suspeitas de efeitos a longo prazo da infecção são relatadas. A também denominada COVID "persistente" ("Long Covid", tradução livre) envolve manifestações mais brandas e persistentes de manifestações das fases iniciais (subaguda e crônica precoce). Também há relatos informais de confusão mental, fraqueza geral, um amplo espectro de manifestações psicológicas, como falta de concentração, desorientação e dificuldade de encontrar Continue a ler.

Por que governos de vários países têm tanto medo da variante Delta?

A temida variante Delta do SARS-CoV-2 está se espalhando com uma velocidade impressionante. Publicamos recentemente um post relatando a predominância dessa variante no Reino Unido, mas atualmente ela já foi isolada em quase todo o mundo. Apesar disso, os artigos científicos relativos à biologia dessa variante ainda são poucos, mas essenciais para entendermos como ela (e outras variantes) irá nos afetar. Deixando questões ideológicas de lado, o primeiro alerta mundial sobre a COVID-19 Continue a ler.