Deficiência de vitamina como fator de risco para a COVID-19: vitamina A.

Esse é o quarto e último post da série sobre deficiência de vitamina e COVID-19. Hoje vamos falar da vitamina A. O papel da suplementação com vitamina A para pacientes com COVID-19 é baseado puramente em pressupostos teóricos. Concentrações baixas de vitamina A estão ligadas à atividade alterada de células do sistema imunológico. Por essa razão, a deficiência em vitamina A é usualmente correlacionada com aumento de risco de infecção e seu papel já foi reportado na influenza. Continue a ler.

Deficiência de vitamina como fator de risco para a COVID-19: vitamina B.

Esse é o terceiro post da série sobre deficiência de vitamina e COVID-19. Hoje vamos falar da vitamina B. O complexo de vitaminas B consiste em oito vitaminas (B1, B2, B3, B5, B6, B7, B9 e B12), importantes como coenzimas. Por exemplo, a vitamina B12 é uma das coenzimas mais complexas existente na natureza. A fonte de vitamina B12 é, principalmente, alimento de origem animal, portanto, sua suplementação é sugerida na dieta vegetariana/vegana. É frequente encontrar baixos níveis de vitamina Continue a ler.

Deficiência de vitamina como fator de risco para a COVID-19: vitamina C.

Continuando a série de posts sobre a relação entre deficiência vitamínica e COVID-19, hoje vamos falar sobre a vitamina C. A vitamina C (ácido ascórbico) tem muitas características que a tornam interessante para prevenir e curar infecções virais. A ação antiviral do ácido ascórbico já é conhecida há, pelo menos, 80 anos. O seu uso como medicamento contra doenças infecciosas também é bastante relatado. Muitos mecanismos estão envolvidos na ação antiviral da vitamina C, Continue a ler.

Deficiência de vitamina como fator de risco para a COVID-19: vitamina D.

Pesquisadores italianos publicaram uma revisão com o objetivo de avaliar se a deficiência de vitaminas poderia causar um maior risco para a infecção pelo SARS-CoV-2 ou para o aparecimento de complicações e se a suplementação vitamínica poderia ser útil como terapia complementar. Foram avaliadas as vitaminas D, C, B e A. Separamos alguns trechos do artigo para vocês e hoje falaremos da vitamina D. Essa vitamina é lipossolúvel e é introduzida no organismo de duas maneiras: via luz solar Continue a ler.

Trabalhando em uma bolha: como os escritórios podem reabrir limitando os riscos de surtos de COVID-19?

Uma proporção substancial da disseminação do SARS-CoV-2 tem sido associada a contatos nos locais de trabalho. Medidas de mitigação em muitos países incorporaram o fechamento temporário de serviços não essenciais. Mas, o que pode ser feito para limitar a disseminação do SARS-CoV-2 no trabalho? É amplamente aceito que as medidas de distanciamento físico reduzem a disseminação do vírus. Para muitas pessoas, essas medidas foram adotadas com o trabalho em casa (home office). Porém, Continue a ler.

Pesquisadores analisam série histórica de casos de COVID-19 nas regiões brasileiras.

Pesquisadores brasileiros analisaram dados disponibilizados nos portais das Secretarias de Saúde Estaduais, SUS e Fiocruz sobre casos de COVID-19 de março a maio de 2020.  Foi analisada a taxa de incidência (número de novos casos/número total de indivíduos na população) e o coeficiente de letalidade (número de óbitos por COVID-19/número de casos de COVID-19). As maiores incidências foram nos estados do Amapá, Amazonas e Acre, com tendência de crescimento da contaminação. Continue a ler.

Transmissão do SARS-CoV-2 a partir de humanos para gatos.

Durante a atual pandemia de COVID-19, infecções pelo SARS-CoV-2 com transmissão a partir de humanos para gatos e cães domésticos, entre outros animais, têm sido relatadas. Presentemente, não há evidências de transmissão a partir dos gatos para seres humanos ou que animais domésticos possam ter um papel apreciável na epidemiologia das infecções em humanos. Para determinar se o SARS-CoV-2 seria detectado na população de felinos do Reino Unido, um programa de testagem foi realizado. Continue a ler.

Mais informações sobre vacinas contra a COVID-19…

Uma vacina contra o Sars-Cov-2, para ser comercializada e aplicada, ao final da fase de testes em humanos deve demonstrar ser segura, com poucos efeitos colaterais e eficaz. Mas, na situação de emergência em que vive o mundo, algumas delas já estão sendo comercializadas antes de serem estabelecidas as suas segurança e eficácia. Uma boa vacina deverá fornecer uma memória imunológica longa, se possível deve proteger ao longo de toda uma vida. Ainda como desafio à efetividade, uma vacina Continue a ler.

Estimando o impacto da duração da quarentena na transmissão da COVID-19.

Devido à grande probabilidade de transmissão a partir de indivíduos pré-sintomáticos ou assintomáticos, a quarentena pode impedir uma fração significativa da transmissão que não seria detectável e, portanto, seria difícil de impedir. Por exemplo, a aferição de temperatura nos aeroportos permitiu que mais de 50% dos viajantes infectados entrassem em contato com a população em geral, o que teria sido impedido por uma quarentena compulsória. Em teoria, a quarentena poderia ser evitada Continue a ler.

Até que ponto o hábito dos cuidados pessoais será eficaz para conter a disseminação da COVID-19 no pós-lockdown?

Após um primeiro pico de infecções, a maioria dos países decidiu reabrir suas economias, permitindo que pessoas suscetíveis se locomovam livremente, apesar da prevalência do vírus e da falta de vacinas aprovadas. Portanto, o maior risco de contágio é causado pelo contato sustentado com pessoas assintomáticas, particularmente em aglomerações ou locais pouco ventilados. Consequentemente, medidas de proteção individual voluntárias (manutenção do distanciamento físico, uso de protetores faciais Continue a ler.