Testes imunobiológicos: identificando patógenos um antígeno por vez

Redigido por Ana Paula, Camilla, João, Isabelli,  graduandos em Biotecnologia, UFRGS. Revisado por Dra. Adriana Simon Coitinho, Professora Associada do Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia da UFRGS. Desde a pandemia da Covid-19, tem se falado muito mais sobre a realização de testes de diagnóstico em caso de alguma doença viral. É quase impossível que você não tenha feito, ao menos uma vez, um desses testes, seja um PCR (Reação em Cadeia da Polimerase) ou Continue a ler.

Sistema imunológico de recém-nascidos e a amamentação

Redigido por Fernanda Back, Luiza Almada e Matheus Fabre, graduandos em Biotecnologia, UFRGS. Revisado por Dra. Adriana Simon Coitinho, Professora Associada do Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia da UFRGS. Os recém-nascidos possuem um sistema imunológico em desenvolvimento, tornando-os mais suscetíveis a possíveis infecções, ocasionadas por diferentes tipos de patógenos. Assim, os anticorpos maternos são essenciais para a proteção dos recém-nascidos. Durante Continue a ler.

Seu sistema imune é a razão pela qual sua tatuagem é fixada

Redigido por Alessandra Pastor, Mariana Linck e Nícolas Heller, graduandos em Biotecnologia, UFRGS. Revisado por Dra. Adriana Simon Coitinho, Professora Associada do Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia da UFRGS. As tatuagens têm sido usadas desde culturas antigas, com a evidência mais antiga datando cerca de 5.300 anos atrás, em rituais religiosos ou celebrações dependendo da cultura. Elas envolvem a introdução de pigmentos na pele através de diversas perfurações Continue a ler.

Nem toda ferida cicatriza facilmente

Redigido por Antonia Dewes, Felipe Acker e Paulo Furtado, graduandos em Biotecnologia, UFRGS. Revisado por Dra. Adriana Simon Coitinho, Professora Associada do Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia da UFRGS. Normalmente quando uma pessoa se machuca, o local ferido passa por uma série de eventos moleculares que resulta na organização da integridade estrutural. No entanto, algumas vezes, o corpo falha em regenerar o ferimento apresentando inflamação contínua, infecções Continue a ler.

Doença hemolítica do recém-nascido

Redigido por Giovana Parcianello, Maurício Mansur e Milena Dias, graduandos em Biotecnologia, UFRGS. Revisado por Dra. Adriana Simon Coitinho, Professora Associada do Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia da UFRGS. A doença hemolítica do recém-nascido (HDN) é uma condição na qual uma mulher grávida produz anticorpos contra os glóbulos vermelhos do bebê que está gerando devido a uma incompatibilidade entre o sangue materno e o fetal com base nos sistemas de antígenos Continue a ler.

CAR-T: o Transformer do sistema imunológico

Redigido por Bruna Lise Tusset, Luiz Gabriel Ferreira da Silva e Vinícius Schuster da Silva, graduandos em Biotecnologia, UFRGS. Revisado por Dra. Adriana Simon Coitinho, Professora Associada do Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia da UFRGS. O tratamento do câncer e de doenças autoimunes sempre foi um desafio para a ciência, seja pela dificuldade de eliminar todas as células cancerígenas ou por causa das variedades de mecanismos que o organismo utiliza para reconhecer Continue a ler.

Hanseníase:  um problema de saúde pública no Brasil

Paulo Cezar de Moraes - Mestre em Ciências Médicas UFRGS A hanseníase é uma doença infectocontagiosa, sistêmica, causada pela bactéria Mycobacterium leprae, afetando pele e nervos periféricos. Se houver progressão da doença, poderá afetar outros órgãos como: olhos, gânglios linfáticos, fígado, rins, glândulas suprarrenais e testículos. A hanseníase possui uma história milenar, sendo conhecida, em muitos países, como lepra. No Brasil, desde 1975, houve a alteração do Continue a ler.

Impacto da COVID-19 nas doenças tropicais negligenciadas

Um artigo publicado agora em 2024 na revista Infectious Diseases of Poverty apresenta uma revisão bibliográfica focada no impacto da COVID-19 nas Doenças Tropicais Negligenciadas (DTN). Transcrevemos abaixo alguns trechos desse artigo. Os programas de DTN são financiados por organizações governamentais e não governamentais (ONGs). Esses grupos trabalham juntos para financiar programas de intervenção para interromper a transmissão das doenças, bem como financiar pesquisas básicas e Continue a ler.

Doenças tropicais negligenciadas no Brasil: ausência de correlação entre carga de doenças, financiamento de pesquisa e produção científica.

Um artigo publicado em 2020 por pesquisadores da FIOCRUZ avaliou a correlação entre a carga de sete doenças tropicais negligenciadas (DTNs) prioritárias incluídas na Agenda Nacional de Prioridades de Pesquisa em Saúde do Brasil – tuberculose, doença de Chagas, hanseníase, malária, leishmaniose, dengue e esquistossomose – e seus respectivos financiamentos e resultados de pesquisa. Há consenso de que as DTNs são, ao mesmo tempo, consequência e causa do subdesenvolvimento econômico Continue a ler.

Será que estamos atingindo as metas para as Doenças Tropicais Negligenciadas que a OMS propôs para 2030?

Segundo a Organização Mundial da Saúde, doenças tropicais negligenciadas (DTNs) são doenças antigas da pobreza que impõem um fardo humano, social e econômico devastador a mais de 1 bilhão de pessoas em todo o mundo, predominantemente, em áreas tropicais e subtropicais entre as populações mais vulneráveis ​​e marginalizadas. Em 2020, a OMS lançou um novo roteiro sobre as DTNs, contendo metas a serem atingidas até 2030. Esse roteiro aponta ações a serem tomadas em diferentes Continue a ler.