QQ – Vol. 05, n. 13, agosto a novembro de 2023
Neste número cinco, Maicon de Matos traz dois textos de espetáculos aparentemente bem diferentes. “Se eu tiver um amor no fim do mundo, por favor não me acorde”, peça da Mostra de Cenas de Atuação IV, do Departamento de Arte Dramática da UFRGS e Rhinocerontes, da Cia. Teatrofídico. A primeira, com texto totalmente original, de autoria dos próprios atores – Damiel Brocker e Endrius Nu; a segunda, uma adaptação, uma releitura, uma reconcepção de texto de Ionesco.
Aparentemente, falam de pessoas diferentes, de um casal, de uma multidão.
Aparentemente, falam de assuntos diferentes, o fim de uma relação, o fim da humanidade.
Aparentemente, falam de finais.
Mas quando chegamos no final do espetáculo, não existe mais eles, nós, outros, o tod0. Chegamos na última cena querendo saber de emoções, do que nos toca, o que aquelas pessoas vão expressar em relação a tudo. Queremos que digam delas, que saia de dentro, que verta pra fora.
Aparentemente falam de solidão, de sentimentos, de vazio, de finais.
Críticas:
- Um medo transcendente, por Maicon Jaime Silva de Matos
- Rhinocerontes: um alerta contra o desembalar do fascismo!, por Maicon Jaime Silva de Matos
Coeditora
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QQ – Vol. 05, n. 12, março a julho de 2023
2023 veio com tudo. De todos os lados. Temos para todos os gostos e desgostos. Musical, pole, terror, drama, burlesco, infantil, festival…
Muito embora, cada um mereça destaque por sua particularidade, temos que sublinhar a primeira montagem de final de curso da ênfase de Escrita Dramatúrgica do DAD/UFRGS. Franchesca Coppola, é nossa primeira formanda da habilitação, e seu estágio foi escrever a dramaturgia e realizar a montagem de A Princesa Careca. “A Princesa Careca – e a primeira dramaturga do DAD/UFRGS” vem falar da peça e da importância desta dramaturgia, escrito por uma dramaturga.
Para ler os textos, clique nos títulos abaixo.
Críticas:
- Acorda y Canta: prenúncios e potenciais, por Maicon Jaime Silva de Matos
- Lugar de menina é na cena, na ciência e onde ela quiser, por Cláudia Carvalho
- Uma semana incrível para cena burlesca de porto alegre, por Kynaê Narciso
- Jim & James: um manifesto da vida e da amizade entre amigos e irmãos, por André Daitx
- Por que caminhos ecoam as vozes da existência?, por Juliana Strehlau
- Skyland – O céu é pop, o inferno também e Jesus Cristo é mesmo um superstar!, por Cláudia Carvalho
- Quando fecho os olhos, vejo teu nome., por Nairim Tomazini
- Beije seu preto em praça pública, por Kynaê Narciso
- Um Show de Rock Y Horror: a vitória merecida, por Maicon Jaime Silva de Matos
- A Princesa Careca – e a primeira dramaturga do DAD/UFRGS, por Juliana Strehlau
- UM POUCO SOBRE O FIT RIO PRETO. UM POUCO SOBRE CRÍTICA. UM POUCO SOBRE NÓS., por Henrique Saidel
Processos de criação:
- Burlesquemo-nos – por onde tudo começa?, por Juliana Strehlau
- Quem tem medo do fio dental? A sensualidade como poética no processo criativo de Las Viudas, por Kynaê Narciso
Coeditora
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QQ – Vol. 05, n. 11, novembro de 2022 a fevereiro de 2023
Ambos espetáculos a que se referem os eqritos do primeiro volume de 2023, carregam consigo muitos encontros.
Cordões de Cordélia – Elenco e Direção: Carô Conceição e Cláudia Carvalho. Orientação: Inês Marocco. Iluminação, Cenário e Concepção de Figurino: Carô Conceição e Cláudia Carvalho. Dramaturgia: Carina Corá
ACORDA Y CANTA (Estágio de Atuação de Luana Milidiu). Orientação: Professora Doutora Cláudia Sachs. Elenco: Luana Milidiu e Lara Vitoria. Direção: Luiza Escandiel. Orientação cênica: Eduarda Ouriques. Dramaturgia: Luiza Escandiel, com colaboração de João Pedro da Cunha.
Esse volume todinho, pequeno em quantidade, grande em qualidade e, principalmente, com mensagens a serem deixadas.
Elas atuando, produzindo, escrevendo, dirigindo, orientando, iluminando, figurinando, concebendo, esqrevendo.
Todas levantam.
Para ler as críticas, clique nos títulos abaixo:
- Fugindo de si mesma: entre linhas, cordões e correntes, por André Daitx
- Acorda Y Canta, por Juliana Strehlau
Coeditora
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QQ – Vol. 04, n. 10, julho a outubro de 2022
Nestes meses as melancias começaram um pouco mais a se assentar na carruagem, e o retorno bem mais presencial voltando com as primeiras montagens apresentadas nos palcos, sentindo o público de perto. O volume 03 conta com 03 qríticas. Uma delas vem ainda da escrita pandêmica do espetáculo audiovisual “Descobrindo Luna”. “A Jaula ou a tentativa de libertar o espectador de teatro” já vem das primeiras apresentações da Mostra DAD, falando sobre o espetáculo “A Jaula” do GRIPE (Grupo Insubordinado de Pesquisa), que ocupou o mês de agosto no Projeto TPE 2022 (Teatro, Pesquisa e Extensão) da UFRGS. “Pode ser que contenha spoiler: crítica do espetáculo Pode ser que seja o sol”, também apresentado no projeto TPE, desta vez em setembro, abre mais espaço dentro da mostra do projeto para as montagens realizadas também nas disciplinas da graduação e, não somente para os estágios de final de curso.
Para acessar as críticas, clique nos títulos abaixo:
- Descobrindo outra Luna, por Stephanie Borges
- A Jaula ou a tentativa de libertar o espectador de teatro, por André Daitx
- Pode ser que contenha spoiler: crítica do espetáculo Pode ser que seja o sol, por Juliana Strehlau
Coeditora
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QQ – Vol. 04, n. 09, fevereiro a junho de 2022
O retorno às atividades presenciais na Universidade, gradualmente, a partir de março de 2022, precisou de reestruturações. Os trabalhos ainda são apresentados em ambiente virtual, ao mesmo tempo que algumas atividades já começaram a retornar pro presencial. Tudo meio voltando, meio ficando. Por aqui também. Nosso desvolume de 2022.
Coeditora
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QQ – Vol. 04, n. 08, outubro de 2021 a janeiro de 2022
A primeira edição do ano, conta com quatro textos. Os alunos da graduação do curso de Artes Dramáticas, apresentam suas montagens e finalizações de trabalhos artísticos. Com o avanço da pandemia, foi necessário reestruturação, reorganização, ressignificação. Os trabalhos, ainda virtualmente apresentados, buscam novas formas de conexão com o outro, a esqrítica sobre eles é esqrita também diante da tela. Também procura conexão. Ou também nostalgicamente escrevemos sobre antes. O que veio vir a ser.
Na seção de CRÍTICAS; duas escritas por André Daitx sobre Como Cavalgar seu Dragão; e uma por Juliana Strehlau – sobre Invenção Amalucada.
Na seção PROCESSOS DE CRIAÇÃO, Franco Mendes escreve sobre sua trajetória dentro do teatro amador.
Para acessar os textos, clique nos links abaixo.
Críticas:
- POLÍCIA-POLÍTICA ou O olhar que encerra e o olhar que multiplica, um manifesto Qorpo-Qrítico, por André Daitx
- ATRAVESSAMENTOS ou Como ultrapassar uma coisa que não admite resolução? ou “Como Cavalgar um Dragão”, por André Daitx
- Re-Invenção do Faz-de-Conta, por Juliana Strehlau
Processos de criação:
Boa leitura e até a próxima edição!
Coeditora
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QQ – Vol. 03, n. 07, junho a setembro de 2021
A edição n. 07, conta com duas qríticas e um texto de processo de criação. Ainda atravessados pela pandemia, os trabalhos foram apresentados remotamente, trazendo consigo o aprofundamento introspectivo de mais um ano de pandemia; refletem sobre sentidos, angústias e sobre o tempo.
Na seção CRÍTICAS, dois textos; ambos escritos por Juliana Strehlau, sobre os curtas-metragens Será que fica pronto a tempo? e Como se cavalga um dragão, apresentados no TPE em setembro de 2021.
Na seção PROCESSOS DE CRIAÇÃO, a edição traz um texto de Henrique Saidel – nosso professor e editor burlesco – intitulado Para criar uma performance burlesca.
Para acessar os textos, clique nos links abaixo.
Críticas:
- Não queremos um futuro que a gente tenha que lutar muito para que aconteça
- Take these broken wings and learn to fly – Sobre Como Se Cavalga Um Dragão
Processos de criação:
- Para criar uma performance burlesca, por Henrique Saidel
Boa leitura e até a próxima edição!
Coeditora
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QQ – Vol. 03, n. 06, fevereiro a maio de 2021
A edição n. 06 traz uma pausa nos trabalhos do Qorpo Qrítico, importante para uma reestruturação interna da equipe e das atividades do projeto de extensão que dá suporte à revista. Uma pausa necessária frente às dificuldades e desafios que alunos, professores e toda a comunidade acadêmica – e a sociedade brasileira, como um todo – vem enfrentando no último ano.
Assim, essa edição traz apenas uma crítica, escrita por Thiago Silva, sobre o espetáculo Invenção Amalucada, apresentado na Mostra DAD 2020, realizada no primeiro semestre de 2021.
Para acessar o texto, clique nos links abaixo.
Críticas:
- AMALUCAR AS CONVENÇÕES, por Thiago Silva
Boa leitura e até a próxima edição!
Henrique Saidel
Editor
QQ – Vol. 02, n. 05, outubro de 2020 a janeiro de 2021
Nesta edição, marcada pelas dificuldades e esforços de um final de ano tão atípico quanto o de 2020, e pelo início de um 2021 não menos atípico e desafiador, continuamos as publicações de críticas e de textos sobre processos de criação em/sobre/com artes cênicas.
Na seção CRÍTICAS, Julia Kieling escreve sobre Matrizes – avós, regalos e sobremesas, apresentado na Mostra TPE 2020 (que, por razões pandêmicas, foi realizado em formato online, veiculado nas redes sociais). Além disso, temos a estreia de duas novas colaboradoras: Marina Fervenza escreve sobre o espetáculo No te pongas flamenca!, apresentado na Mostra Cena em Pesquisa, dentro do 14º Palco Giratório Sesc-RS, em 2019. Fechando a seção, Silvana Rodrigues reflete/cria a partir das postagens da @fracassadatriz em seu perfil no Instagram.
Na seção PROCESSOS DE CRIAÇÃO, Gabriel Faryas publica Um sonho implodido: reflexões do encantar-se y guiar-se a partir dos sonhos. E fechando a edição, Thiago Silva escreve sobre seu processo de criação em In on it: desvelando narrativas.
Para acessar os textos, clique nos links abaixo.
Críticas:
- Sobre as cortinas arriadas*, por Silvana Rodrigues
- Corporificando a memória em “No te pongas flamenca!”, por Marina Fervenza
- ENUNCIADORA DE OUTRAS VIDAS: Matrizes – Avós, Regalos e Sobremesas, por Julia Kieling
Processos de Criação:
- IN ON IT: desvelando narrativas, por Thiago Silva
- UM SONHO IMPLODIDO: Reflexões do encantar-se y guiar-se a partir dos sonhos, por Gabriel Faryas
Boa leitura!
Henrique Saidel
Editor
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QQ – Vol. 02, n. 04, junho a setembro de 2020
Os teatros e outros espaços culturais continuam fechados, contribuindo com o combate à pandemia de Covid-19. Todos os eventos e apresentações continuam cancelados e/ou se viram obrigados a migrar para as plataformas digitais. Atento às movimentações estéticas, conviviais e de produção da atividade cênica atual, o Qorpo Qrítico publica críticas de espetáculos de 2019 (de dentro e de fora do Departamento de Arte Dramática da UFRGS) e também inicia a cobertura do TPE 2020 que, como tantos outros festivais, está realizando uma edição virtual, em suas redes sociais.
Na seção de CRÍTICAS, Julia Kieling escreve sobre Como cavalgar um dragão, apresentado na Mostra DAD 2019, e também sobre De La Mancha: o cavaleiro trapalhão, espetáculo infantil produzido pela Rococó Produções Artísticas e Culturais. Thiago Silva escreve sobre Tom na fazenda, apresentado no festival Porto Alegre Em Cena 2019. E Nairim Tomazini inicia o trabalho de acompanhamento do TPE 2020, dialogando com o espetáculo Amores Surdos, apresentado em agosto deste ano.
Outra boa novidade desta edição é a publicação dos primeiros materiais na seção PROCESSOS DE CRIAÇÃO, que recebe contribuições de artistas e afins, refletindo/desdobrando seus próprios trabalhos. Uma fala em primeira pessoa, do singular e do plural. Nairim Tomazini publica as cartas que acompanham o processo do espetáculo Como cavalgar um dragão. Chico Machado escreve sobre sua performance Manifestos da Nau em Oito Cartas, desenvolvendo o conceito de operatividade. Mesac Silveira publica A voluptuosa pele do ecrã (ou: a carne da imagem), percorrendo peles, imagens, palavras e muito mais. Thiago Silva escreve sobre o processo de criação do seu estágio de direção, em VELHOS HÁBITOS: reflexões sobre a montagem de um espetáculo de terror. Thaini Menegazzo publica trechos do seu TCC de Licenciatura em Teatro, em Como assim, uma “família-grupo” de teatro?. Encerrando a edição, Jéssica de Souza Barbosa, Nairim Tomazini, Pedro Bertoldi e Thiago Silva unem-se e publicam suas criações dramatúrgicas em DRAMATURGIA PANDÊMICA ou Vamos passear nas palavras enquanto a vacina não vem, post coletivo que enfrenta e dialoga com as vicissitudes do contemporâneo.
Para acessar os textos, clique nos links abaixo.
Críticas:
- COMO CAVALGAR UM DRAGÃO: sobre aqueles que ficam, por Julia Kieling
- TRANSFORMANDO-SE NO OUTRO ou PARA QUEM SERVE OCULTAR O QUE REALMENTE SOMOS?, por Thiago Silva
- A batalha sem fim contra moinhos, por Julia Kieling
- Amores Surdos e Gritos Mudos, por Nairim Tomazini
Processos de Criação:
- Como Cavalgar um Dragão: os (des)encontros dentro do processo de criação, por Nairim Tomazini
- a nau da operatividade: a imaginação e os fatos, por Chico Machado (João Carlos Machado)
- A VOLUPTUOSA PELE DO ECRÃ (OU: A CARNE DA IMAGEM), por Mesac Silveira
- VELHOS HÁBITOS: reflexões sobre a montagem de um espetáculo de terror, por Thiago Silva
- Como assim, uma “família-grupo” de teatro?, por Thaini Menegazzo
- DRAMATURGIA PANDÊMICA ou Vamos passear nas palavras enquanto a vacina não vem, por Jéssica de Souza Barbosa, Nairim Tomazini, Pedro Bertoldi, Thiago Silva
Boa leitura!
Henrique Saidel
Editor
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QQ – Vol. 02, n. 03, fevereiro a maio de 2020
Com o fechamento repentino e sem previsão de retorno de todos os teatros e espaços culturais de Porto Alegre e do mundo, em virtude dos esforços contra a pandemia de Covid-19, e com a suspensão temporária da Mostra TPE 2020 e de todas as atividades do Departamento de Arte Dramática, a terceira edição do Qorpo Qrítico viu-se obrigada a focar apenas na publicação de críticas de espetáculos apresentados ainda em 2019. São 07 textos que se debruçam sobre e com trabalhos de finalização do curso de Bacharelado em Teatro da UFRGS e também peças surgidas em disciplinas do curso.
Julia Kieling escreve dois textos a partir dos espetáculos Velhos Hábitos e Não Espeficicadx, apresentados na Mostra DAD e na Mostra TPE, respectivamente. Nairim Tomazini publica, nesta edição, três críticas sobre quatro peças diferentes: Guaraná Cerebral e Cinza Tropical, Aterrada e Matrizes – avós, regalos e sobremesas. Thiago Silva escreve sobre o solo Perigoso. E Camila Cardozo reflete sobre Por de dentro.
Para acessar os textos desta edição, clique nos links abaixo:
- O amor nos tempos de ódio: a celebração e o afeto como forma de resistência em Guaraná Cerebral e Cinza Tropical, por Nairim Tomazini
- VELHOS HÁBITOS – MEDOS VIVOS, por Julia Kieling
- QUEM VOCÊ GOSTARIA DE SER? um pouco sobre icebergs, princesas e protagonismos, por Julia Kieling
- PERIGOSO É NÃO SE LEVANTAR, por Thiago Silva
- Um olhar para a subjetividade (em) Por de Dentro, por Camila Cardozo
- Matrizes, a história das mulheres que não são apenas avós, por Nairim Tomazini
- Aterrada e a dualidade do ser, por Nairim Tomazini
E lembrando: se puder, fique em casa! Se precisar sair, use máscara e lave constantemente as mãos com água e sabão ou álcool gel 70o. Estamos todos juntos, contra a pandemia!
Boa leitura!
Henrique Saidel
Editor
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QQ – Vol. 01, n. 02, outubro de 2019 a janeiro de 2020
A segunda edição do Qorpo Qrítico traz quatro críticas sobre espetáculos apresentados na Mostra DAD e na Mostra TPE – Teatro Pesquisa e Extensão, ambas realizadas ao longo de 2019, por alunos do DAD – Departamento de Arte Dramática da UFRGS.
Nairim Tomazini escreve dois textos sobre Você dorme quando a noite cai? e Como cozinhar um lobo, respectivamente. Thiago Silva analisa o espetáculo Cinza Tropical. E Julia Kieling propõe um texto híbrido sobre dois trabalhos, Sobrevivo e Carne Viva.
A Sala Qorpo Santo, localizada no Campus Centro da UFRGS (ao lado da Sala de Cinema Redenção), foi palco de três dos espetáculos. Além da QS, outros espaços receberam as apresentações: o Museu da Comunicação Hipólito José da Costa, da Secretaria da Cultura do Rio Grande do Sul; e o espaço independente Lugar, gerido pelo artista e professor Chico Machado.
Lembrando que todas as apresentações da Mostra DAD e da Mostra TPE são gratuitas e abertas a toda comunidade.
Para acessar os textos desta edição, clique nos links abaixo:
- O teatro político e nutritivo de Como Cozinhar um Lobo, por Nairim Tomazini
- É NECESSÁRIO DESENGASGAR – “SOBREVIVO” E “CARNE VIVA”, por Julia Kieling
- Você dorme quando a noite cai?, por Nairim Tomazini
- MESMO NAS CINZAS, EU DANÇO, por Thiago Silva
Boa leitura!
Henrique Saidel
Editor
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QQ – Vol. 01, n. 01, junho a setembro de 2019
A primeira edição do Qorpo Qrítico – teatro e outras cenas tem o prazer de apresentar a estreia deste que é um projeto de extensão do Departamento de Arte Dramática da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (uma universidade pública, gratuita, laica e de qualidade), coordenado pelo professor Henrique Saidel, em parceria com o Jornal da Universidade.
Qorpo Qrítico é uma publicação de críticas e outros materiais sobre artes cênicas (teatro, performance, dança, circo, etc), produzidos por alunos e professores da UFRGS, e outros convidados. Escrevemos e publicamos sobre e a partir de espetáculos, performances e afins produzidos na universidade, e também fora dela.
Qorpo Qrítico – o Q em referência e homenagem ao dramaturgo e crítico gaúcho Qorpo Santo, importante figura do teatro brasileiro – surge como espaço aberto para o exercício e a experimentação da crítica enquanto diálogo, reflexão, provocação, mediação, registro e divulgação da produção cênica local, em especial na cidade de Porto Alegre.
Neste primeiro número, temos quatro críticas escritas ainda em 2018, dentro da disciplina Seminário em Teatro I – Crítica Teatral. Airton Terres escreve sobre os espetáculos Corpo Quebrado e Ninguém Falou Que Seria Fácil, ambos apresentados na Mostra DAD 2018. Nairim Tomazini também escreve sobre Ninguém Falou Que Seria Fácil e ainda sobre Os Altruístas, integrante da mesma mostra.
Iniciando o acompanhamento dos espetáculos de 2019, temos três textos sobre trabalhos da Mostra TPE – Teatro Pesquisa e Extensão, realizada anualmente na Sala Qorpo Santo, localizada no Campus Centro da UFRGS. Nairim Tomazini e Julia Kieling analisam a peça Neva, e Thiago Silva e Camila Cardozo escrevem sobre Os mamutes, cada um com textos e pontos de vista próprios.
Completando a apresentação do nosso site, temos a seção Processos de Criação (ainda não inaugurada), dedicada a artistas e pesquisadores que escrevem sobre seus próprios trabalhos, e a seção Outras Críticas, com links para outros sites, publicações e plataformas de crítica de teatro, em Porto Alegre e outras cidades brasileiras.
Para acessar os textos desta edição, clique nos links abaixo:
- A ironia de se ser humano em Ninguém Falou que Seria Fácil, por Nairim Tomazini
- Os preciosos estilhaços de um CORPO QUEBRADO, por Airton Terres
- Sobre Ninguém Falou Que Seria Fácil, por Airton Terres
- Os altruístas e a incrível arte da hipocrisia, por Nairim Tomazini
- REVOLUÇÃO PARA QUEM?, por Julia Kieling
- Neva e o fazer artístico diante do caos, por Nairim Tomazini
- O caçador de hoje é o mamute de amanhã, por Thiago Silva
- Os Mamutes: Riso com Residual Amargo, por Camila Cardozo
Sejam muito bem vindes ao Qorpo Qrítico!
Henrique Saidel
Editor
