Hoje, dia 29/02, foi veiculada uma reportagem pela rede Gaúcha ZH sobre a histórica falta de vagas na educação infantil em municípios do RS, com destaque para dados da Capital, Porto Alegre e municípios da Região Metropolitana. A reportagem apresenta dados sobre o repasse da oferta de atendimento à educação infantil no município de Porto Alegre para instituições privadas e chama a atenção para os valores dos repasses feitos às chamadas “instituições parceiras”. A matéria mostra análises realizadas pelo GEPPPEI, gupo de pesquisa coordenado pela Profª Maria Luiza Flores, e publicadas no livro “Monitoramento de políticas públicas de Educação Infantil: repercussões da matrícula obrigatória na pré-escola em municípios do Rio Grande do Sul” (Flores, Brusius e Daniel, 2022). Na matéria, a professora Maria Luiza Flores comenta que a chamada Parceria Público-Privada (PPP) na educação infantil tem aumentado por vários motivos, dentre eles, o fato do repasse ser menos oneroso aos cofres públicos, devido à pressão para a universalização do acesso à pré-escola obrigatória para crianças de quatro e cinco anos e a demandapor vagas em creche. Porém, a professora afirma que as PPPs não garantem uma educação pública, laica, equitativa e de qualidade para todas as crianças. Confira a reportagem completa: https://gauchazh.clicrbs.com.br/educacao/educacao-basica/noticia/2024/02/tres-em-cada-quatro-vagas-da-educacao-infantil-da-rede-municipal-de-porto-alegre-sao-em-escolas-particulares-clt6867fp00920147f45nslqi.html.
E-bokk do GEPPPEI: Monitoramento de Políticas Públicas de Educação Infantil: repercussões da matrícula obrigatória na pré-escola em municípios do RS.






